Bacellart – Psicólogo USP Bela Vista – Como é a Terapia:

Bacellart – Psicólogo USP Bela Vista – Como é a Terapia:

Menor Preconceito:

     Bacellart – Psicólogo USP Bela Vista – Como é a Terapia: desde o início de meus atendimentos em 1995, gradualmente, está cada vez mais normal as pessoas quererem fazer terapia (psicoterapia) Cada vez mais tem sido encarado sem preconceito e como algo que ajuda a pessoa; não apenas em momento de crise emocional, mas sobretudo autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.

     Tempo: é muito gratificante, então, poder trabalhar em um “clima” onde as pessoas procuram a psicoterapia mais conscientes da importância disso na vida delas; e sabendo que é um processo que precisa um tempo, pois é o tempo do ser humano ir gradualmente amadurecendo. Contudo, isso é mais complexo quando a pessoa está sofrendo e/ou é ansiosa, pois é natural desejar a melhora rápida… Por outro lado, é melhor um desenvolvimento gradual e consistente, do que algo instantâneo que não terá força para continuar, como uma dieta milagrosa

     Amadurecimento: gosto de dar um exemplo simples, que é o desenvolvimento profissional (ex. um gestor); sobretudo se é uma profissão que verdadeiramente escolheu e gosta. O indivíduo precisará de ter adquirido; não apenas o conhecimento técnico-racional do futuro trabalho, mas estar desenvolvido com ele; durante a sua prática. Assim, então, precisará do tempo de crescimento com sua profissão: refletindo, analisando, enfim, se aperfeiçoando.

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Estar à vontade e Julgamento: 

     Muitas vezes, por mais que a pessoa saiba de antemão que o psicólogo não julga negativamente, é comum haver um certo tempo até o indivíduo sentir-se à vontade e abrir-se espontaneamente. Por vezes o ser humano chega à psicoterapia se criticando tanto; e mais ainda, tendo sido tão criticado por todos (família/professores/colegas/sociedade) desde sempre, que naturalmente vai sentir o mesmo com o psicólogo.

     Questões sociais à parte, o maior motivo para o indivíduo ter dificuldade em abrir-se; é de sua natureza, protegida (ou seja fechada, desconfiada); não apenas com o psicólogo, mas com todos. De qualquer forma, o vínculo de confiança é algo que vai sendo construído, e é fundamental para uma boa terapia; mesmo que aparentemente para você seja algo incompreensível, “ridículo” ou “absurdo”.

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Aceitar ajuda:

     Humildade em pedir e receber ajuda: apesar da melhora da consciência das pessoas em aceitar fazer psicoterapia; ainda vejo sinais de dificuldade em receber ajuda de um psicólogo; mesmo no meu caso, com sólida experiência e formação na USP e consultório na Bela Vista (região bem localizada da capital de SP). Além dos estigmas sociais; muitas vezes há dificuldades do EU/personalidade em “não dar conta por si mesmo”; pois imagina que é obrigado a resolver tudo, e se tiver algum problema pessoal é única e exclusivamente de sua responsabilidade resolver-se sozinho. Parece que a humildade em reconhecer-se humano e pedir ajuda soa como uma falha; sobretudo nas situações que envolve o si-mesmo (personalidade/emoções).

      Em nossa cultura, não apenas brasileira, mas mundial; é muito valorizado a pessoa que supera por si mesma os obstáculos da vida; sobretudo sozinha, como por exemplo na categoria de filmes assim chamada de “filmes de superação”. Sim, é muito bonito ver alguém se esforçando em situações dificílimas e tendo conquistas. Contudo, em muitas vezes, aceitar ajuda é sinal de humildade e de que; no caso da psicoterapia, terão questões emocionais que não se consegue sozinho (autoconhecimento por exemplo. Também ter uma autocrítica sozinho tem limitações; além do que uma boa relação humana é sempre curativa. Infelizmente, a tendência é utilizar outros “métodos”(prazerosos) para alívio do incômodo emocional de si-mesmo para se aliviar: muito estudo e trabalho, compras, viagens, programas a noite, restaurantes, etc.

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Compreendo como se é, a personalidade de cada um:

     Como sou? O que sou? O que é o ‘EU’? É difícil entrar em contato consigo mesmo, temos a tendência natural de sempre nos distrairmos e nos distanciarmos de nós mesmos, até com algo considerado “sério”, como estudar ou assistir ao noticiário; pois o viver é algo difícil, precisa de sentido e todos temos pontos da personalidade que incomodam aos outros e a nós mesmo. Mas esse contato consigo mesmo é importante para a melhora de conflitos que não se compreende bem e muito menos se tem controle; e por mais que a pessoa esteja se considerando bem, o autoconhecimento sempre nos eleva a um patamar mais rico de existência.

     Por exemplo: uma pessoa casada, muito insatisfeita com o casamento, com todas as possibilidades de separar-se, não consegue e muito menos entende por que não o faz. Uma pessoa endividada não consegue controlar seu impulso para continuar comprando o que não é essencial; Ou doenças (psicossomáticas) que a medicina não resolve e recomenda terapia.

Diferenciar “o que é meu” com “a situação(externa) que incomoda”:

     Exemplo, uma pessoa explica seu estresse unicamente por “pressão no trabalho”, e, realmente está sendo muito exigida. Contudo, o seu ‘EU/personalidade’ pode atuar (sem que o indivíduo se dê conta) dessa forma: A) sendo uma pessoa ambiciosa, pode estar se dedicando as suas coisas em excesso; ser perfeccionista; dificuldade em delegar atividades; em pedir; magoar-se com facilidade (por ser muito sensível); perdeu o interesse pelo trabalho mas não entende o que acontece, etc. Então, em psicoterapia, compreendendo melhor como se é, e se desenvolvendo, compreenderá melhor a situação; e, nesse exemplo, entenderá que nem tudo que a desgasta é problema externo; mas também e até mais, pela seu jeito de ser.

     Resultado da terapia: o mais importante é se ‘entregar’ à sua psicoterapia, se envolver, comparecer; se possível ter um tempo antes e depois da consulta para pensar no que foi visto.  Alguns minutos de reflexão não é perda, é ganho. Eticamente não é bom falarmos em resultado, isso demanda garantias que a psicoterapia não tem como dar; porém, como tudo, quando há esforço, a probabilidade de chegar mais próximo de onde se quer é maior.

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Importância de uma sólida formação:

     Apesar do estudo em prestigiosa universidade, como USP e PUC, mestrado e doutorado; o que mais me ajudou em minha formação, foi a minha própria psicoterapia, experiência profissional e o gosto em cuidar dos analisandos, assim como de amigos e pessoas no geral. Chega-se também, em um momento na vida, em que é precisei  priorizar o tempo na psicologia: Estudo ou prática? No meu caso, minha escolha natural foi a de clinicar. Além disso, como não ministro aulas em instituições, apenas em grupo de estudo; não é exigido que eu possua um vasto conhecimento teórico.

     Enfim, em minha formação, tive o privilégio de ser aluno do Prof. Dr. Zeljko Loparic, filósofo; e do Prof. Dr. Gilberto Safra, referências nacionais.

     Outro ponto que me ajuda com o tempo para me dedicar aos atendimentos, é que meu consultório se localiza na Bela Vista, local onde tem uma ótima infraestrutura; assim gasto menos tempo para resolver qualquer coisa particular; e também não fica longe da USP e da PUC.

 

Fica minha mensagem de desejar que indivíduos e psicólogos sigam se desenvolvendo.

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