Dia dos Namorados Só 2018 – Bacellart Psicólogo USP

A preocupação de passar o Dia dos Namorados Só.

É comum ter ficante, mas geralmente se quer namorar.

     Em datas comemorativas, como Carnaval, Natal, Ano Novo; é comum escutar de analisandos o quanto essas datas incomodam, sobretudo passar o dia dos namorados só. No Carnaval deveria estar curtindo com muita alegria; Natal com uma família feliz; Ano Novo em alguma cidade/país maravilhoso; Dia dos Namorados, janta romântica e motel bonito.

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     Não há como não absorvermos valores sociais, por mais que não concordemos; e não irei condenar essas idealizações que fazemos, é importante nos alimentar de expectativas boas, brincar de sonhar, nos permitir “viajar”. Quando se imagina o que fazer com o prêmio da mega-sena, é algo semelhante, claro que o problema é quando a pessoa compra algo contando com o prêmio ou fica irritada por não tr sido sorteada.

     Há uma espécie de lembrança constante do fato de não estarem namorando e, obviamente por sentirem falta de um relacionamento, isso perturbar. Essas “lembranças” geralmente são pelos meios de comunicação, sobretudo TV. Quando a pessoa preocupa-se com a opinião do outro em demasia, ela pode sentir-se mais atingida; há também uma imaginação que “todo mundo está namorando e feliz”.

     Uma questão importante, é lembrar-se que esse “momento namorado(a)” é algo passageiro, repensar o quanto se está atingida(o) por isto, o quanto se cobra e como lida com frustrações.

  Somos-com-os-outros: a mídia e o dia dos namorados só 2018:  

     Quanto mais inseridos no mundo/valores/preconceitos, quanto mais em conformidade, quanto mais o viver (como se sente a existência); mais estaremos inseridos nesses valores da mundaneidade, e mais precisaremos estar neles para sermos “felizes” e “normais”. E essa impressão totalmente idealizada “TODO MUNDO TEM NAMORADO(A) E ESTÁ BEM”; quantos são todo mundo? Como você sabe que pelo fato de estarem namorando, estão bem?! Como somos sempre inseridos no mundo (o que chamamos de ‘externo’); se tivermos uma boa autocrítica, noção de si-mesmo, melhor lidaremos com “regras” desse tipo.

   Bom Dia para vocês!

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Bacellart Psicólogo

Abordagem: Fenomenologia existencial (heidegger) e simpatia pela Psicanálise do amadurecimento de Winnicott. Se necessário, orientação comportamental de terapia breve.

Aluno convidado, doutorado USP (Gilberto Safra) e PUC (Zeljko Loparic).

Especialista em depressão, casamento e namoro.

Consultório Av. Paulista, Jardins, Cerqueira César, Bela Vista, Jardim Paulista. Metrô Consolação ou Masp/Trianon.

Possibilidade de entrevista para TV, rádio, revista e jornal. Dia dos Namorados Só